Dia dos Pais – Os Pais na Literatura

Hoje é Dia dos Pais aqui no Brasil, e para homenageá-los, decidi trazer meus 5 pais preferidos na literatura.

Este não é um ranking, mas simplesmente uma seleção, sem ordem de preferência alguma, OK?

  • Nate, de “Extraordinário” – R. J. Palácio

Quem não se emocionou com a história de Auggie Pullman (seja vendo o filme ou lendo o livro)? Quem não conhece, porém a história, Auggie é um garoto portador de uma grave síndrome chamada Treacher Collins, que causa deformação facial. Em “Extraordiário”, Auggie está indo para a escola pela primeira vez, e é claro que seus pais estão preocupados com a receptividade de seu filho pelos colegas. Nate é uma inspiração como pai, já que é um grande companheiro para Auggie e também refúgio e fortaleza ao mesmo tempo. Aliás, nessa história, o casal em si é uma inspiração!

  • Matthew Cuthbert, de “Anne de Green Gables” – L. M. Montegomery

Ainda que Anne tenha parado por engano na casa dos Cuthbert, ela foi acolhida desde o princípio por Matthew, que se encantou com a menina tagarela e cheia de imaginação. Matthew é sinônimo de bondade e provê Anne de todo amor que ela sempre buscou.

  • Bernard Clark, da trilogia “Como eu era antes de você” – Jojo Moyes

Pode não ser perfeito (aliás, nenhum dos pais aqui está imune de imperfeições, porque, afinal, são todos humanos), mas é um personagem que vai crescendo e se transformando ao longo da série, mas que me conquistou definitivamente no conto “Lou na Quarentena”, lançado agora na pandemia do COVID-19. Sério, fui às lágrimas nessa última leitura por causa de Bernard!

  • Dr. Covey, da trilogia “Para todos os garotos que já amei” – Jenny Han

Imagino que não seja nem um pouco fácil criar 3 garotas sem a mãe. E este é o caso do Dr. Covey, já que suas garotas perderam a mãe já há alguns anos. Dr. Covey é um pai super presente, carinhoso, bem humorado e que incute nas filhas um amor enorme pela mãe, esforçando-se inclusive para manter tradições familiares da esposa, que é descendente de sul-coreanos. Acho simplesmente linda a relação dele com as garotas Covey.

  • Arthur Weasley, da série “Harry Potter” – J. K. Rowling

Óbvio que não poderia faltar o Sr. Weasley na lista. Se Molly Weasley é a representação do coração de mãe em pessoa (sempre cabe mais um), então, Arthur é a figura paternal que pareia com ela (afinal, a decisão de ter 7 filhos demonstra talento e empolgação incontestáveis para a paternidade). Pode não emanar o mesmo calor humano de Molly, mas demonstra acolhimento a seu próprio modo, seja recebendo abertamente Harry em sua casa, seja permanecendo fielmente a seu lado, dando apoio, como se seu próprio filho fosse.

O que acharam da minha lista? Concordam? E que outros pais na literatura mereciam estar aqui homenageando esta data?

E, claro, desejo a todos os pais um Feliz Dia dos Pais, especialmente ao meu marido, que sei que também será um super pai!

2 comentários

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