Gula gula – Jardim Paulista

Eu sei que já faz 3 meses que fomos a São Paulo, mas ainda assim queria compartilhar com vocês minha experiência no restaurante/bistrô Gula Gula, unidade Jardim Paulista.

Foto: Divulgação

Localizado perto da avenida mais icônica de São Paulo, a Paulista, basta um pequeno desvio da tradicional rota literária do Conjunto Nacional (Livraria Cultura e Drummond Livraria) para chegar ao belíssimo restaurante. A filial do Jardim Paulista (o restaurante é carioca) ocupa uma mansão dos anos 1911, imóvel tombado e claro, reformado. Só pelo valor histórico do prédio, a visita já valeria certamente a pena, mas os pratos são deliciosos demais para não serem apreciados com calma.

Parte externa

Por isso, reserve um tempo para almoçar ou jantar no restaurante (aos fins de semana também rola café da manhã/brunch), dando oportunidade para experimentar desde as entradas até as sobremesas. O preço? Sinceramente, por se tratar de São Paulo, achei que seria muito mais caro, mas há restaurantes aqui na minha cidade com preços equivalentes, mas que não tem nenhum renome igual ao do Gula Gula. Para uma ocasião especial, portanto, vale a dica de conhecer o lugar. Você pode ter uma ideia dos preços consultando o cardápio online deles.

Fomos ao Gula Gula porque eu, João e Naoki nos hospedamos no Mercure São Paulo Alameda, pertíssimo do restaurante. Encontrei-o por acaso no Maps, enquanto planejava a programação corrida do fim de semana que passaríamos lá. Queria algum lugar perto do hotel para comermos, já que chegaríamos no horário do almoço em São Paulo. Assim, poderíamos deixar a bagagem já no hotel e seguir com a programação com mais conforto, inclusive devidamente alimentados.

Balaios como cúpulas em cima da nossa mesa

Estendi a ideia de almoçar no lugar à minha família, e todos toparam. E o parecer foi unânime: todos gostaram muito da comida, do ambiente e do atendimento.

Cada um pediu um prato diferente, então deu para ter uma boa noção da apresentação dos pratos. Meu irmão e a namorada pediram um aperitivo para dividirem, porque não queriam comer muito (à noite ainda íamos à Fogo de Chão). Eu e minha mãe pedimos cada uma a lasanha de berinjela, depois de muito tempo tentando nos decidir por qual dos tentadores pratos provar.

Lasanha de berinjela

João pediu o filé mignon com molho gorgonzola, mas estava mais ansioso pela sobremesa (compreensível). Pedi também um prato kids pro Naoki, mas no fim, acabou não comendo muito, afinal, havia muito o que explorar, e ele não queria perder tempo (a mãe, no caso, eu, também não pode pedir a própria sobremesa, para acompanhar as peripécias desse pequeno explorador). Não consigo me recordar o prato do meu pai, justamente pelos incessantes deslocamentos do Naoki pelo restaurante, mas acho que era Quinoa ao curry com frango. O que posso dizer é que todos ficaram muito satisfeitos com o custo e os pratos.

quinoa ao curry com frango

De sobremesa, consegui provar a banoffe dos meus pais. No cardápio ele consta como sem glúten. Só queria dizer uma coisa: melhor banoffe que já comi na vida. Volto fácil só pela banoffe. Ah, e caso tenham ficado curiosos pela sobremesa do marido, que foi mais esperado que o prato principal, era o rocambole de chocolate e doce de leite. Segundo ele, nota 10.

Banoffe sem glúten

A comida, como já deixei bem claro, achamos maravilhosa, mas queria destacar também o atendimento, porque, apesar de não ser um lugar propriamente voltado para crianças, eles me deixaram muito à vontade, esperando pacientemente quando Naoki queria subir e descer os degraus da escadaria, ou nos acomodando na mesa, mesmo depois de ele ter se recusado a se sentar no cadeirão (acabamos dividindo uma poltrona).

Parte interna e superior

Naoki explorou o lugar como ninguém. Até quis ver o livro do Gula Gula que fica no saguão de espera (juro!). Graças a ele, embora eu não tenha conseguido viver a experiência de apreciar a comida calmamente sentada, eu também conheci bastante o lugar, explorando cada centímetro da área externa e prestando atenção em vários detalhes da decoração (hahahaha).

O único porém com crianças menores (Naoki não tinha nem 2 anos à época), é que não há fraldário. Tivemos de voltar ao hotel para trocar a fralda do Naoki e poder passear mais tranquilamente depois.

Quando eu falo que reparei em toda a decoração, é sério.

O tempo estava bom no dia, embora com um vento um pouco gelado para Naoki, então sentamos dentro. Mas agora no verão deve ser gostoso sentar à sombra das frondosas árvores e desacelerar um pouco na capital paulista, se você puder ficar sentado(a), claro.

Mamãe não sentou muito, mas Naoki quis experimentar todos os bancos disponíveis 🙂

Onde fica?

R. Padre João Manuel, 109 – Cerqueira César, São Paulo – SP, 01411-001

Horários:

  • Segundas às quartas: das 12:00 às 22:00
  • Quintas: 12:00 às 23:00
  • Fins de semana: 09:00 às 00:00 (sábado) e 09:00 às 22:00 (domingo)

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